
O drift é uma daquelas modalidades que gera opiniões diversas. Há quem goste e quem ache estranha a prática do esporte. Mas uma coisa não há como negar: a habilidade dos pilotos para fazer curvas de lado e empolgar o público.

O drift é uma daquelas modalidades que gera opiniões diversas. Há quem goste e quem ache estranha a prática do esporte. Mas uma coisa não há como negar: a habilidade dos pilotos para fazer curvas de lado e empolgar o público.

A BMW foi fundada em 1917. Inicialmente a empresa bávara se dedicou à produção de motores para aviação. Com o passar do tempo entraram na linha de montagem os automóveis e as motocicletas.

Falar na marca alemã é falar em conforto, durabilidade e elegância. Os modelos da empresa marcam presença na garagem de chefes de Estado, executivos e celebridades, além de terem se transformado em um símbolo de sucesso sobre quatro rodas.

No mês passado eu trouxe até vocês minhas impressões sobre o Mini Cooper S, a versão moderna que é fabricada pela BMW há onze anos. Hoje chegou a vez de dar uma volta no clássico, o pequeno que fez história entre os grandes.

Durante mais de uma década as importações foram proibidas no Brasil. Naquela época os fabricantes de veículos fora-de-série tiveram que usar a imaginação para atender à demanda de consumo. Basicamente agradar àquele público que buscava algo diferente.

Na semana passada participei de um evento bastante divertido. A ação foi realizada na concessionária Caraigá Audi, localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo. Os redatores, editores e jornalistas de vários blogs foram convidados para pilotar dirigir alguns modelos da marca, como A1, A5, Q5, TTS e R8 Spyder.
Alguns carros são conhecidos pelo conforto, outros pelo estilo e outros ainda pela esportividade. O Mini Cooper fez história em várias fases. Primeiramente foi popular e conquistou o mundo, além de se destacar nas pistas de rali, em meados da década de 60.
Com o passar dos anos cresceu e se tornou um cult car. O desenho chama a atenção pelas ruas e provoca olhares de pessoas de todas as idades. Foi o que pudemos comprovar a bordo desse exemplar cedido pela Caltabiano. A combinação de azul com branco ficou perfeita.
Dois clássicos. Duas histórias. Duas gerações de apaixonados. Os carros equipados com motor V8 conseguem despertar um tipo de paixão que somente quem anda em um deles pode entender. Algo que começa no ronco do escapamento e contagia o espírito.
Então resolvemos juntar os dois. O Mustang 1967 traz um estilo singular, que fez história na década de 60 e inspirou muitos filmes e músicas. Ele traz o conhecido 289 V8, com 200 cv e transmissão manual de três velocidades.
Entre os carros mais famosos do cinema, um se destaca: o Dodge Charger R/T. No filme Bullitt ele dividiu a atenção dos holofotes com o Mustang de Steve McQueen durante a tomada mitológica de 11 minutos de duração.
A versão chegou ao mercado em 1968, com cara de poucos amigos e muito estilo. Por causa disso, em parte, se tornou sinônimo de muscle car, combinando linhas cheias de estilo com diversas opções de motorização.
Mitos. O que seria do mundo automotivo sem eles? Os aclamados muscle cars estão inseridos nesse contexto. Aliás, eles voltaram às ruas nos últimos anos e o leitor tem acompanhado nossa trilogia em vídeo a bordo do Camaro SS e do Dodge Challenger SRT8.
Agora chegou a vez do último concorrente de peso: o Mustang Shelby GT 500. A primeira versão envenenada por Carroll Shelby chegou ao mercado em 1965. O GT 500 viria dois anos mais tarde, com direito a big block e muita diversão.