
A Williams finalmente parece viver um bom momento. Já contando com 14 pontos no mundial 2012, Bruno Senna disse que a equipe o ajuda a evoluir como piloto. E Mark Gillan, engenheiro-chefe do time, declarou que os resultados alcançados deixaram todos na escuderia mais motivados.
Com um sexto lugar na Malásia e um sétimo na China, Bruno Senna tem motivos de sobra para respirar aliviado. O brasileiro ocupa a nona colocação no mundial de pilotos com 14 pontos ao passo que seu companheiro de equipe, Pastor Maldonado é décimo quarto com 4. O piloto declarou receber “uma pressão diferente”, que o motiva a ser um piloto melhor na equipe de Grove.
A pressão é diferente na Williams. Sei que tenho que andar bem, sei que tenho que estar por cima, mas estes caras me dão uma grande chance de crescer, aprender e eles me ensinam tudo o que podem. Estamos crescendo juntos. Eles estão me dando uma ótima oportunidade e estou tentando tudo que posso para ajudar a desenvolver o carro.”

O engenheiro-chefe da equipe Mark Gillian elogiou o piloto de 28 anos assim como Pastor Maldonado. Para ele, os resultados alcançados produzem uma motivação extra em todos no time, principalmente após colocar dois carros na zona de pontuação, o que não acontecia a muito tempo. Gillian ainda enfatizou que a economia de pneus ao longo da corrida é primordial para atingir um bom resultado.
Colocar os dois carros na pontuação foi um resultado muito bom e um do qual cada pessoa no time pode se orgulhar. O time ficou ainda mais motivado com esse resultado para se esforçar mais no que é, claramente, um grid muito apertado e com uma competição voraz. A performance do carro em Xangai foi boa tanto em uma única volta, como no ritmo de corrida, quando a gestão de pneus foi fundamental. Eu estou muito feliz com a performance dos dois e eles lutaram muito na corrida contra uma forte concorrência para obter dez pontos no total.”
A Williams já soma 18 pontos na temporada 2012, ocupando a sétima posição. Em 2011 apenas cinco pontos foram atingidos, quatro deles pelas mãos de Rubens Barrichello e um com Pastor Maldonado. Desde então, a equipe promoveu uma verdadeira revolução interna, com muitos cargos trocados e a chegada de novos profissionais.
Fonte | Grande Prêmio e Tazio
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