Honda VTR 250cc

4 comentários

Essa é mais uma daquelas motos que deveriam ser trazidas para o Brasil. Apresentada pela Honda do Japão, a nova 250 VTR já roda na Europa e, possivelmente, esteja em outros mercados pelo mundo agora em 2010.

Quem está antenado no mercado de motos, percebe que a 250 VTR parece a irmã mais nova da Ducati Monster. A inspiração na moto italiana é clara.

A VTR 250 existe desde 1999, mas não vinha recebendo nenhuma atualização significativa desde então; na atual o tanque de 13 litros é revestido de plástico, mesmo material utilizado na carenagem traseira sobre o assento, uma nova lanterna, menor e mais moderna, foi acoplada à traseira da moto e, o painel de instrumentos, agora conta com um conta giros analógico.

O motor, um bicilíndrico em “V” a 90 graus e com comando DOHC, é alimentado pelo sistema PGM-FI de injeção eletrônica da Honda, o que confere à máquina bons 32cv de potência a 10.500 rpm e torque de 2,4 Kgfm a 8.500 rpm.

A moto tem peso (seco) de 141 quilos e, para parar, conta com um sistema de freio com disco simples de 296 mm e pinça de dois pistões na frente e disco simlpes de 220 mm e pinça de um pistão atrás.

É calçada com rodas de 17 polegadas e pneu 110/70 na dianteira e 140/70 na traseira, mas como tem um assento relativamente baixo, 760 mm do solo, permite boa posição de pilotagem até para os mais baixos.

A gama de cores oferecida para o modelo é grande e tem algumas particularidades. Para as cores amarela, branca e azul, as rodas são douradas, para as cores vermelha e preta, as rodas tem uma aparência mais esportiva, são na cor preta.

Como falei lá em cima, seria uma ótima moto para o mercado brasileiro, mas a Honda prefiriu colocar no mercado a CB 300R. Inclusive, gosto mais do visual desta moto do que o visual da CB 300R (que seria o de uma pequena Hornet).

Na minha opinião se a Honda tivesse nacionalizado a VTR 250 para concorrer nessa fatia de mercado e tivesse investido em uma moto de 400cc ou 450cc, ganharia uma fatia importante de mercado. Afinal, não há moto nessa categoria. Hoje as opções são comprar uma CG Titan 150, trocar depois por uma CB 300R e depois subir direto até uma Hornet 600cc. lembrando que a Hornet custa mais que o dobro de uma CB 300R. Saudades da CB 400 e da CB 450SR.

Fontes | Sobre Motos e MotoBR
Fotos | Divulgação

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Comentários

  • 1

    Avatar de Leonardo !

    Gostaria de ver aqui no Brasil a Hornet 250

  • 2

    Avatar de Genner Priaro !

    Interessante matéria.

    Em 1998; eu já havia visto em uma revista nacional; a matéria destacando o lançamento desta VTR no mercado japonês. Alguns anos depois no Brasil nasce a CBX 250 Twister.

    Fui lá no meu baú e comparei a diferença.... notei ali que realmente nos empurram sempre a "tecnologia" antiga mascarada de nova....

    O motor da Twister/Tornado (anos 2000) nada mais era que um motor da nossa antiga XL 250 (anos 80) um pouco melhorado...

    O mesmo que ocorre na GM com o chamado "MonzaTech"; e com a linha 4.3 que até pouco sobreviveu nas S10 / Blazers....

    Ai compare a Twister com esta (esta não a anterior a esta) VTR 250 japonesa....

    Twister: Motor 1 cilindro - alta vibração em 6000 a 7000 rpms VTR: 2 Cilindros; contrapostos (em angulo + contrapostos)

    Twister: Disco dianteiro VTR: Disco na dianteira e traseira

    Twister: Pedaleiras estranhas em plástico VTR: pedaleiras em aluminio inclusive para garupa

    Estas são pequenas diferenças que lembro de cabeça da matéria.... 10 anos já passados....

    E concluo que nada mudou; ainda somos pegos pela "empurroterapia" das fábricas no Brasil....

  • 3

    Avatar de junior !
    junior | 2 estrelas

    a honda cada dia que passa perde mais espaço para a ymamaha. sempre tive motos honda agora so ando de yamaha mais moderna e comfortavel

  • 4

    Avatar de Bruno !
    Bruno | 2 estrelas

    Olá, gostaria só de corrigir o amigo Genner Priaro. O motor da XL 250 era um motor RFVC (Radial Four Valve Chamber) que é o mesmo sistema usado na Falcon. O motor da Twister é um DOHC (Double Overhead Camshaft),ou seja, existem duas árvores de comando no cabeçote, uma para as válvulas admissão, outra para as de escape. O da XL tinha quatro válvulas, porém com comando simples! Abraços!

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